Taller, em espanhol, é oficina. Nafta, combustível.
O nome nasceu da mistura entre duas referências que fazem parte da minha história: a cultura uruguaia e o
universo das antigas oficinas, postos e armazéns de bairro — lugares simples, cheios de personalidade e
memória.
Filho de mãe uruguaia e criado em Rivera-UY, cresci cercado pelos sabores e costumes da panificação do
Uruguai. Meus avós maternos foram donos de armazém, e meu avô paterno foi piloto de corrida — referências
que, de alguma forma, se encontram no espírito do Taller Nafta: um pouco de armazém antigo, um pouco de
posto de estrada, um pouco de oficina.
A vontade de criar o Nafta veio também da memória. De voltar a fazer coisas que fizeram parte da minha
infância: medialunas, alfajores e outros clássicos da panificação uruguaia. Para aprofundar esse caminho,
fui estudar na Argentina, onde essa tradição também faz parte do cotidiano.
Hoje, o Taller Nafta nasce em Porto Alegre, trazendo um pouco dessa cultura para a cidade
através de fornadas pequenas, feitas à mão e com respeito às receitas e aos sabores que atravessaram
gerações.
Echo a Mano.